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Actualizado: 31-Mar-2012
 
Conferência (Maio)


  "O ecumenismo"

Juan Ambrosio


26 de Maio de 2012, às 17h30, no Auditório do Oratório



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Maio
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Torna o teu amor a Nossa Senhora mais vivo, mais sobrenatural.
Não vás ter com Santa Maria só para pedir. Vai também para dar!: dar-lhe afecto; dar-lhe amor para o seu divino Filho; manifestar-lhe esse carinho com obras ao serviço dos outros, que são também seus filhos.

Forja, in Ponto 137


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Obras do Fundador do Opus Dei


Ciclo de Conferências 2011/2012


Dispomos de uma pequena biblioteca onde pode consultar os livros que desejar, bem como levá-los para leitura por um período de 15 dias. Basta contactar a Secretaria nas 2ªs, 3ªs e 5ªs-feira das 15h00 às 17h30.

www.opusdei.org - “serviço de notícias”
Informamos os interessados que, inscrevendo-se neste serviço gratuito, se passa a receber por email, com regularidade, as notícias da edição linguística escolhida. Estão disponíveis edições em 18 línguas.
Maria, forte na Fé

Meditando sobre a Visitação de Maria, somos levados a ponderar precisamente sobre esta coragem da fé. Aquela que Isabel recebe na sua casa é a Virgem, que acreditou no anúncio do Anjo e respondeu com fé, aceitando de modo intrépido o desígnio de Deus para a sua vida e acolhendo desta forma a Palavra eterna do Altíssimo.

Como já ressaltava o meu Beato Predecessor, na Encíclica Redemptoris Mater, foi mediante a fé que Maria pronunciou o seu fiat, que «se abandonou a Deus sem reservas e “se consagrou totalmente a si mesma como serva do Senhor, à pessoa e à obra do seu Filho”» (n. 13; cf. Const. dogm. Lumen gentium, 56). Por isso ao saudá-la, Isabel exclama: Bem-aventurada és tu que creste, dado que se hão-de cumprir as coisas que te foram ditas da parte do Senhor (Lc 1, 45).

Maria verdadeiramente acreditou que a Deus nada é impossível (Lc 1, 37). e, fortalecida por esta confiança, deixou-se guiar pelo Espírito Santo na obediência quotidiana aos seus desígnios. Como não desejar, para a nossa vida, o mesmo abandono confiante? Como poderíamos eximir-nos daquela bem-aventurança, que nasce de uma familiaridade tão íntima e profunda com Jesus?

Por isso, dirigindo-nos à cheia de graça, peçamos-lhe que nos conceda também a nós, da Providência divina, poder pronunciar todos os dias o nosso “sim” aos desígnios de Deus, com a mesma fé humilde e simples com que Ela o pronunciou. Ela que, acolhendo em si mesma a Palavra de Deus, se abandonou a Ele sem reservas, nos oriente para uma resposta cada vez mais generosa e incondicional aos seus desígnios, mesmo quando neles somos chamados a abraçar a Cruz.

Neste tempo pascal, enquanto invocamos do Ressuscitado o dom do seu Espírito, confiemos a Igreja e o mundo inteiro à intercessão materna de Nossa Senhora. Maria Santíssima, que no Cenáculo invocou juntamente com os Apóstolos o Consolador, obtenha para cada baptizado a graça de uma vida iluminada pelo mistério do Deus crucificado e ressuscitado, o dom de saber aceitar sempre na própria existência o senhorio daquele que, mediante a sua Ressurreição, derrotou a morte.


Bento XVI, Homilia, 31-05-2011


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